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Medidas de Prevenção à SARS-CoV-2 - Empresa Vs Vida Social

Medidas de Prevenção à SARS-CoV-2 - Empresa Vs Vida Social

O surgimento e propagação do vírus SARS-COV-2 provocou danos graves na saúde publica e na economia.

O desconhecimento face ao modo de atuação do vírus e a inexistência de imunidade (como por exemplo, vacina), levou-nos a alterar hábitos e rotinas em todas as vertentes (profissional, familiar e social) como forma de prevenção da infeção por SARS-COV-2.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Direção-Geral da Saúde (DGS) são as principais entidades responsáveis pela divulgação das medidas e comportamentos a implementar.

 

No âmbito familiar e social a destacar:

  • Higiene pessoal:

               - Etiqueta respiratória;

               - Higienização frequente das mãos;

  • Higiene ambiental:

               - Reforço na limpeza e desinfeção (vestuário, calçado, compras, etc.);

               - Renovação periódica do ar (de preferência natural, mantendo as janelas abertas);

  • Distanciamento físico;
  • Respeitar as instruções de acesso e circulação nos estabelecimentos (supermercados, lojas, etc.);
  • Dar preferência aos meios digitais (aquisição de produtos, agendamento de consultas/serviços, contacto com serviços de saúde, etc.);
  • Evitar locais e/ou eventos com aglomeração de pessoas;
  • Utilização de máscara de proteção sempre que preconizado.

 

No âmbito profissional, para além da manutenção do distanciamento físico e das medidas de higiene pessoal, há a destacar:

  • Conhecimento do plano de contingência da empresa;
  • Respeitar os procedimentos no que respeita a:

               - Formas de acesso e circulação nos locais de trabalho;

               - Uso de equipamentos de proteção individual;

               - Organização dos postos de trabalho (ex.: regime teletrabalho, equipas espelho, reorganização do layout do posto de trabalho);

               - Higiene ambiental (ex.: desinfeção do posto de trabalho, higienização das superfícies);

  • Formação e informação.

Como agentes de saúde publica, é nosso dever cívico estar atentos aos sintomas compatíveis com a doença (febre superior a 38º; tosse, dificuldade respiratória), e caso apresentemos sinais contactar de imediato o SNS 24.

Sendo o ser humano “um animal de hábitos”, o cumprimento das novas rotinas na nossa vida social fará com que a transposição para a vertente profissional seja mais harmoniosa.

Artigo elaborado por Nuno Reis - Técnico Superior de Segurança no Trabalho @Centralmed

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